Atenção para eficiência energética no Brasil cresce 9 pontos percentuais em um ano

Nova pesquisa divulgada pela Johnson Controls, líder global em soluções para aumentar a eficiência energética em edifícios, mostra crescimento de 116% no interesse global em eficiência energética desde 2010, com aqueles que definem metas fazendo os maiores avanços na redução do consumo de energia.

O impulso também está crescendo para a certificação de construção verde e locação de espaço verde para inquilinos, embora 22% dos entrevistados citem a falta de financiamento como a principal barreira para fazer mais em eficiência energética. Em 2013, a pesquisa anual Energy Efficiency Indicator (Indicador de Eficiência Energética) contou com a participação de três mil proprietários e operadores de edifícios e instalações em 10 países, incluindo 233 entrevistados do Brasil.

O estudo indica que 73% dos entrevistados em todo o mundo definiram metas de eficiência energética em 2012, contra 58% em 2011. Entre as organizações que estabelecem metas públicas, 72% planejam aumentar os investimentos em eficiência energética e quase um terço utilizou financiamento externo para atingir essas metas. As organizações que estabelecem metas públicas também implementaram 50% a mais de medidas eficientes do que as instituições sem objetivos.

“A pesquisa mostra que a responsabilidade impulsiona a ação quando se trata de eficiência energética e achamos que mais empresas querem encontrar maneiras de serem eficientes. No entanto, as barreiras que nossa pesquisa aponta ano após ano devem ser solucionadas em primeiro lugar”, comenta Dave Myers, presidente da Johnson Controls Building Efficiency.

Alguns dos destaques da pesquisa no Brasil foram:

· A atenção para a eficiência energética no Brasil cresceu 20%: em 2012 era 43% e em 2013 está em 52%.

· 24% dos entrevistados afirmam que créditos tributários, incentivos e descontos são as políticas governamentais que têm maior impacto na melhoria da eficiência energética nos edifícios.

· A maior barreira para investir em eficiência energética no Brasil é o “conhecimento técnico” (16%), seguido de “critérios financeiros” e “capital disponível” (15%), “certeza de poupança” (14%) e “consciência” (12%).

· 26% dos entrevistados consideram o orçamento de capital interno insuficiente como principal barreira financeira para buscar a eficiência energética.

· O Brasil tem as mais significativas e diversificadas mudanças tecnológicas esperadas – mais de 20% dos entrevistados enxergam que muitas das tecnologias não utilizadas amplamente hoje vão penetrar seu mercado na próxima década.

Nos Estados Unidos, 41% dos tomadores de decisão reduziram os investimentos devido à incerteza no orçamento do governo e nos esforços de reforma tributária.

“Nós precisamos de políticas públicas e investimento privado trabalhando juntos para reduzir a incerteza do mercado e capturar este impulso do ano em direção a uma economia global mais eficiente energeticamente”, complementa Myers.

Os participantes globais identificaram as políticas mais importantes para melhorar a eficiência energética. Essas políticas incluem créditos fiscais ou incentivos e descontos para implementar a eficiência, financiamento a juros baixos para upgrades de energia, códigos de construção rigorosos e padrões de equipamentos, e a divulgação obrigatória do desempenho energético.

Organizações com objetivos públicos e de financiamento externo implementaram 84% a mais de medidas de eficiência e são quase três vezes mais propensas a aumentar os investimentos em relação a organizações sem objetivos públicos nem financiamento externo.

Os entrevistados buscam edifícios mais inteligentes e eficientes e espaços para inquilino. 71% dos proprietários de edifícios indicaram que irão buscar a certificação voluntária de construção verde, como Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), e um número crescente de inquilinos preferem alugar em um prédio verde certificado e vão pagar um excelente aluguel por um espaço verde.

A sétima pesquisa anual com mais de três mil proprietários de edifícios e operadores em todo o mundo foi realizada pelo Institute for Building Efficiency da Johnson Controls em conjunto com o International Facility Management Association e o Urban Land Institute.

O relatório completo do Indicador de Eficiência Energética 2013 pode ser acessado no site www.institutebe.com.

Sobre Johnson Controls

A Johnson Controls é uma empresa global líder em tecnologia que atende a clientes em mais de 150 países. Através de nossos 168.000 funcionários oferecemos produtos, serviços e soluções de qualidade para otimizar a eficiência e a operação de edifícios, baterias para veículos convencionais, híbridos e elétricos e também sistemas de interiores e componentes para automóveis. Nosso compromisso com a sustentabilidade vem desde 1885, através da invenção do primeiro termostato elétrico para ambientes. Ao aumentar nossa participação no mercado por meio de nossas estratégias de crescimento, temos o compromisso de oferecer valor aos nossos acionistas e garantir que nossos clientes obtenham sucesso. Em 2013, a revista Corporate Responsibility reconheceu a Johnson Controls como a 14ª empresa em seu relatório anual “100 Best Corporate Citizens” (100 Melhores Cidadãos Corporativos.) Para obter informações adicionais, visite http://www.johnsoncontrols.com.

Mais informações:

(11) 3813-1344 | rosa@pressaporter.com.br

Publicado em Banco de Práticas. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

Comente

O seu endereço de e-mail não será publicado.

*