Braskem e À La Garçonne levam o Plástico Verde para o SPFW N43

A empresa continua a parceria com o maior evento de moda do País para demonstrar como o plástico pode contribuir com a sustentabilidade no mercado fashion

Para demonstrar como a associação entre o uso inteligente de tecnologias, o universo do plástico e a criatividade é tendência para uma moda mais sustentável, a Braskem segue nas passarelas na próxima edição do São Paulo Fashion Week, que acontece entre 13 a 17 de março. A maior fabricante de resinas termoplásticas das Américas e a marca À La Garçonne, comandada por Fábio Souza e Alexandre Herchcovitch, fecharam parceria para a produção de peças exclusivas, produzidas em impressão 3D com Plástico Verde, para a coleção que será apresentada em 16 de março.

 

Algumas pulseiras e botões usados na coleção serão totalmente personalizados e confeccionados na impressora 3D da Made In Space, parceira da Braskem no projeto “Imprimindo o Futuro”, que levou o plástico de origem renovável para a impressão 3D, em gravidade zero, na Estação Espacial Internacional, no ano passado. O Plástico Verde foi desenvolvido com tecnologia brasileira, tem a cana-de-açúcar como matéria prima e seu principal diferencial é a contribuição para a redução da emissão dos gases do efeito estufa na atmosfera, já que captura gás carbônico durante o processo de crescimento da cana.

 

Usado pela primeira vez na moda, o Plástico Verde tem total aderência com a proposta da À La Garçonne, que foi estabelecida em cima de conceitos de preservação ambiental, reciclagem upcycling e reúso. “A possibilidade de fazer pequenas peças customizadas dá total abertura à criação. Além disso, o material aceita todo tipo de forma e sua fonte é natural”, destaca Alexandre Herchcovitch.

 

“Nosso objetivo é demonstrar que é possível aliar ideias sustentáveis à paixão pela moda. Tanto a impressão 3D quanto o Plástico Verde ajudam a expandir os limites da criatividade e permitem romper com o ciclo de desperdício nesse mercado, produzindo de acordo com a demanda e utilizando fonte renovável, com a possibilidade de reciclagem. Por esse motivo, entendemos que, mais do que nunca, o plástico está na moda”, afirma Claudia Bocciardi, diretora de Marketing da Braskem.

 

A Braskem participa, também no dia 16 de março, de conversa sobre moda, sustentabilidade e impressão 3D, no talk “Moda, design, Inovação: Impactos Exponenciais” – integrando a Programação do Projeto Estufa, iniciativa do SPFW que dará projeção às reflexões em torno do futuro e do fazer diferente e que conta com apoio da empresa. Na ocasião, Alexandre Herchcovitch; Claudia Cappra, diretora comercial de Químicos Renováveis da Braskem; e Matthew Napoli, vice-presidente da Made In Space, vão debater como o plástico pode atuar de forma positiva por uma moda mais sustentável.

 

Com uma agenda que provocará discussões sobre mercado, design, novos materiais, processos, tecnologias e ideias, as conversas do Projeto Estufa acontecem até o dia 17 de março, na Fundação Bienal. O propósito é impulsionar novas formas de criar, produzir e distribuir.  A programação completa pode ser conferida em ffw.com.br/spfw  e nos perfis do SPFW nas redes sociais.

 

Quem se interessar em conhecer mais sobre como o plástico e a impressão 3D contribuem com a sustentabilidade, a Braskem construiu um espaço aberto aos visitantes do SPFW N43 onde poderão ver de perto uma impressora 3D em funcionamento utilizando o Plástico Verde da Braskem.

 

Braskem no SPFW N43

Essa é a segunda vez que a Braskem participa do São Paulo Fashion Week. Na edição N41, a empresa apoiou o desfile do estilista João Pimenta e levou para a passarela os paratletas da elite do esporte nacional Silvânia Costa, Mateus Evangelista, Claudiney Santos e Elizabeth Rodrigues, integrantes da Equipe Brasileira de Paratletismo. A trilha sonora ficou por conta dos músicos e dos instrumentos de plástico da Orquestra Plástica do NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), projeto que articula, por meio da música, os campos da sustentabilidade e da inclusão socioprodutiva.

 

Sobre o Plástico Verde

O Polietileno Verde I’m green™ é feito a partir da cana-de-açúcar. Seu grande diferencial é contribuir para a redução da emissão dos gases do efeito estufa na atmosfera, já que captura gás carbônico durante o seu processo produtivo. Ele também apresenta as mesmas características do polietileno tradicional, ou seja, não necessita de adaptações de maquinário e é 100% reciclável. A planta de Plástico Verde da Braskem possui capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano.

 

Sobre a Braskem

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com volume anual superior a 20 milhões de toneladas, incluindo a produção de outros produtos químicos e petroquímicos básicos, e com faturamento anual de R$ 54 bilhões. Com o propósito de melhorar a vida das pessoas, criando as soluções sustentáveis da química e do plástico, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.




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É um movimento que reúne as histórias de líderes empresariais com o objetivo de conectar, inspirar e educar jovens líderes para os valores da sustentabilidade. É ainda um conjunto de ferramentas – livros, portal, videopalestras, eventos educativos regionais e nacionais, cursos e conteúdos de apoio à educação de líderes – que se presta a apoiar empresas, associações classistas, escolas de negócio e universidades na gestão de conhecimento para a sustentabilidade.

Não. Embora relate histórias de presidentes de companhias, a Plataforma se destina a todo profissional que exerce algum tipo de liderança. O líder não está sentado apenas na cadeira de presidente. Pode estar nos diferentes escalões de uma empresa. Pode estar à frente de um departamento, de uma pequena empresa, de um empreendimento ou de algum processo.

Storytelling é a base metodológica da Plataforma Liderança Sustentável. São muitas as definições. A que utilizamos é a seguinte: usar a narrativa empresarial como meio para inspirar e educar pessoas. Bons líderes têm, entre as suas habilidades, a arte de contar histórias e envolver pessoas. Em vez de business cases, o que fazemos é estruturar narrativas que mostram como pensam, agem, tomam decisões e em que valores acreditam líderes sustentáveis. Essas narrativas, que combinam fatos empresariais e pessoais, estabelecem proximidade, proporcionam maior identificação, humanizam o discurso da sustentabilidade e, assim, ajudam a fazer a gestão do conhecimento para a mudança.

Não é um conceito, mas um nome que criamos para designar um tipo de líder que lidera com valores e pela sustentabilidade. Este perfil de liderança tem sido crescentemente mencionado em documentos internacionais, como os Princípios da Educação Empresarial Responsável e a Agenda 50+20, por organizações como o Pacto Global da ONU e o Pnuma e em eventos internacionais relevantes, como o Fórum de Davos e a Rio+20.

Não, não é necessário, desde que o material não seja usado para fins de lucro. Qualquer pessoa interessada em adotar os conteúdos da Plataforma poderá fazê-lo, bastando acessar o vídeo diretamente nos portais do Vimeo e do YouTube, onde estão arquivados. Recomendamos que, feita a utilização do material, o interessado envie depois por e-mail (plataforma@ideiasustentavel.com.br) um breve relato dos resultados e impactos em sala de aula, em palestras ou treinamentos.

Primeiro, ouvimos  entre 70 e 80 especialistas em sustentabilidade (acadêmicos, consultores, formadores de opinião) para elaborar uma lista inicial de indicações. As empresas mais indicadas são, posteriormente, estudadas pela equipe Ideia Sustentável (mediante análise de relatórios e entrevistas) para verificar se – e o quanto – estão adequadas ao tema do ano. Só, então, depois desse procedimento, são convidadas a participar. Em 2011, o tema foi o estado da arte da liderança sustentável. Em 2012, como as empresas estão educando os seus líderes para o tema. Em 2013, estratégia. Em 2014 e 2015, serão, respectivamente, inovação e comunicação.

Em 2011, com o lançamento do livro Conversas com Líderes Sustentáveis (Senac-SP). Observando que as histórias dos personagens do livro impactavam os ouvintes, e que um livro, por melhor que fosse, atingiria um público limitado, o autor, Ricardo Voltolini, convidou alguns dos presidentes a compor um movimento com o propósito inicial de realizar encontros empresariais pelo país. O livro foi consequência de pesquisa feita por Ideia Sustentável, em 2008, que apontou a liderança como a variável de sucesso mais importante para a inserção do conceito de sustentabilidade na gestão e na cultura dos negócios.

Com receita advinda do patrocínio de empresas apoiadoras que se identificam, institucional e ideologicamente, com a missão da Plataforma de inspirar e educar jovens líderes para a sustentabilidade. Os recursos destinam-se integralmente ao pagamento dos profissionais envolvidos na execução das atividades, pesquisa e produção de conhecimento, criação de videos inspiracionais/educacionais, organização de eventos (nacional e regionais) e  manutenção do portal.

Sim. Mas o apoio não é uma condição para integrar o conjunto de cases. O processo de seleção – já mencionado – obedece a critérios técnicos. E desse princípio Ideia Sustentável não abre mão sob pena de comprometer a qualidade das ideias e legitimidade das ações. Há empresas que integram o movimento e não o apoiam. Para apoiar, a empresa precisa se comprometer com os seis princípios da Plataforma. Ideia Sustentável se reserva o direito de não aceitar o apoio de empresas fabricantes de cigarros, de armas e envolvidas em negócios controversos, cujos impactos socioambientais sejam contestados pela maioria da sociedade.

Não, ela não é nem um prêmio nem um selo. É uma iniciativa de gestão de conhecimento que visa tão somente mostrar como as empresas e os seus líderes estão enfrentando os dilemas da inserção da sustentabilidade nos negócios. Não conferimos notas e avaliações a empresas, não transformamos líderes em gurus, não idolatramos pessoas e marcas, não atestamos idoneidade ética e moral nem oferecemos nenhum tipo de aval de que uma companhia é mais ou menos sustentável. Também não julgamos, por princípio, empresas e pessoas.

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