Duratex aumenta produção e comercialização de cavaco de eucalipto

Empresa expande suas vendas para usinas e indústrias, além de utilizar a matéria-prima como fonte de energia limpa em suas fábricas

Notando uma demanda crescente do mercado, a Duratex começou em 2014 a comercializar também o cavaco de madeira gerado por suas florestas cultivadas. Desde então, entre 2014 e 2016, por exemplo, a empresa aumentou em 10 vezes o volume comercializado de cavaco. Para 2017, está programado um aumento de 21% na comercialização deste produto em relação a 2016.

O cavaco de madeira é uma biomassa florestal que gera energia limpa e, consequentemente, menos gases de efeito estufa se comparada com outras fontes energéticas, como o gás natural e o óleo BPF (derivado do petróleo).

cavaco de euca

Entre os clientes que adquirem o cavaco de madeira da Duratex estão usinas para a geração de energia e indústrias do ramo alimentício, que o utilizam para obter vapor e gás quente.

“Nosso cavaco é gerado a partir de árvores inteiras de eucalipto, não utilizamos resíduos florestais, o que garante maior homogeneidade da matéria-prima e poder calorífico nas caldeiras”, diz José Ricardo Paraíso Ferraz, Diretor Florestal da Duratex. “Além disso, investimos constantemente em equipamentos e nos processos de manejo florestal”, completa.

O processo de manejo florestal da Duratex é certificado, há mais de 20 anos, pelo FSC® (Forest Stewardship Council®) e todas suas unidades fabris possuem o certificado de cadeia de custódia FSC, o que garante que os produtos são fabricados com madeira proveniente de fontes responsáveis, manejadas de forma ambientalmente adequada e socialmente benéfica e de outras fontes controladas. A Duratex foi a 1ª empresa da América do Sul e décima no mundo a conquistar a certificação.

Todo o desempenho ambiental, econômico e social da Duratex é divulgado no Relatório Anual e de Sustentabilidade da companhia. O documento é publicado desde 2004 e segue as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI) desde 2007. A empresa também segue o Código Abrasca de Autorregulação e Boas Práticas das Companhias Abertas.

Sobre a Duratex

A Duratex S.A. é uma empresa brasileira, privada e de capital aberto, controlada pela Itaúsa – Investimentos Itaú S.A – e pela Companhia Ligna de Investimentos. Com as marcas Deca, Hydra|Corona e Durafloor, é considerada uma das 10 maiores empresas do mundo nos setores nos quais atua e a maior produtora de painéis de madeira industrializada e pisos, louças e metais sanitários do Hemisfério Sul.

Com sede em São Paulo, possui 15 unidades industriais estrategicamente localizadas (Estados de Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo), além de quatro fábricas de painéis na Colômbia por meio da aquisição da  Tablemac. A Duratex também é proprietária da Caetex, joint venture criada para o plantio de florestas de eucalipto em Alagoas.

Suas ações estão listadas no Novo Mercado (o mais elevado padrão de Governança Corporativa) e na versão 2015/2016 do Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBovespa – ISE.




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É um movimento que reúne as histórias de líderes empresariais com o objetivo de conectar, inspirar e educar jovens líderes para os valores da sustentabilidade. É ainda um conjunto de ferramentas – livros, portal, videopalestras, eventos educativos regionais e nacionais, cursos e conteúdos de apoio à educação de líderes – que se presta a apoiar empresas, associações classistas, escolas de negócio e universidades na gestão de conhecimento para a sustentabilidade.

Não. Embora relate histórias de presidentes de companhias, a Plataforma se destina a todo profissional que exerce algum tipo de liderança. O líder não está sentado apenas na cadeira de presidente. Pode estar nos diferentes escalões de uma empresa. Pode estar à frente de um departamento, de uma pequena empresa, de um empreendimento ou de algum processo.

Storytelling é a base metodológica da Plataforma Liderança Sustentável. São muitas as definições. A que utilizamos é a seguinte: usar a narrativa empresarial como meio para inspirar e educar pessoas. Bons líderes têm, entre as suas habilidades, a arte de contar histórias e envolver pessoas. Em vez de business cases, o que fazemos é estruturar narrativas que mostram como pensam, agem, tomam decisões e em que valores acreditam líderes sustentáveis. Essas narrativas, que combinam fatos empresariais e pessoais, estabelecem proximidade, proporcionam maior identificação, humanizam o discurso da sustentabilidade e, assim, ajudam a fazer a gestão do conhecimento para a mudança.

Não é um conceito, mas um nome que criamos para designar um tipo de líder que lidera com valores e pela sustentabilidade. Este perfil de liderança tem sido crescentemente mencionado em documentos internacionais, como os Princípios da Educação Empresarial Responsável e a Agenda 50+20, por organizações como o Pacto Global da ONU e o Pnuma e em eventos internacionais relevantes, como o Fórum de Davos e a Rio+20.

Não, não é necessário, desde que o material não seja usado para fins de lucro. Qualquer pessoa interessada em adotar os conteúdos da Plataforma poderá fazê-lo, bastando acessar o vídeo diretamente nos portais do Vimeo e do YouTube, onde estão arquivados. Recomendamos que, feita a utilização do material, o interessado envie depois por e-mail (plataforma@ideiasustentavel.com.br) um breve relato dos resultados e impactos em sala de aula, em palestras ou treinamentos.

Primeiro, ouvimos  entre 70 e 80 especialistas em sustentabilidade (acadêmicos, consultores, formadores de opinião) para elaborar uma lista inicial de indicações. As empresas mais indicadas são, posteriormente, estudadas pela equipe Ideia Sustentável (mediante análise de relatórios e entrevistas) para verificar se – e o quanto – estão adequadas ao tema do ano. Só, então, depois desse procedimento, são convidadas a participar. Em 2011, o tema foi o estado da arte da liderança sustentável. Em 2012, como as empresas estão educando os seus líderes para o tema. Em 2013, estratégia. Em 2014 e 2015, serão, respectivamente, inovação e comunicação.

Em 2011, com o lançamento do livro Conversas com Líderes Sustentáveis (Senac-SP). Observando que as histórias dos personagens do livro impactavam os ouvintes, e que um livro, por melhor que fosse, atingiria um público limitado, o autor, Ricardo Voltolini, convidou alguns dos presidentes a compor um movimento com o propósito inicial de realizar encontros empresariais pelo país. O livro foi consequência de pesquisa feita por Ideia Sustentável, em 2008, que apontou a liderança como a variável de sucesso mais importante para a inserção do conceito de sustentabilidade na gestão e na cultura dos negócios.

Com receita advinda do patrocínio de empresas apoiadoras que se identificam, institucional e ideologicamente, com a missão da Plataforma de inspirar e educar jovens líderes para a sustentabilidade. Os recursos destinam-se integralmente ao pagamento dos profissionais envolvidos na execução das atividades, pesquisa e produção de conhecimento, criação de videos inspiracionais/educacionais, organização de eventos (nacional e regionais) e  manutenção do portal.

Sim. Mas o apoio não é uma condição para integrar o conjunto de cases. O processo de seleção – já mencionado – obedece a critérios técnicos. E desse princípio Ideia Sustentável não abre mão sob pena de comprometer a qualidade das ideias e legitimidade das ações. Há empresas que integram o movimento e não o apoiam. Para apoiar, a empresa precisa se comprometer com os seis princípios da Plataforma. Ideia Sustentável se reserva o direito de não aceitar o apoio de empresas fabricantes de cigarros, de armas e envolvidas em negócios controversos, cujos impactos socioambientais sejam contestados pela maioria da sociedade.

Não, ela não é nem um prêmio nem um selo. É uma iniciativa de gestão de conhecimento que visa tão somente mostrar como as empresas e os seus líderes estão enfrentando os dilemas da inserção da sustentabilidade nos negócios. Não conferimos notas e avaliações a empresas, não transformamos líderes em gurus, não idolatramos pessoas e marcas, não atestamos idoneidade ética e moral nem oferecemos nenhum tipo de aval de que uma companhia é mais ou menos sustentável. Também não julgamos, por princípio, empresas e pessoas.

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