Do Silva – sobrenome do pai, baiano – herdou o amor às artes, a paixão pela natureza, o respeito à simplicidade, à humildade e ao não preconceito. Do Young – da mãe, filha de americanos do sul dos Estados Unidos, região de protestantes conservadores – carregou o senso de responsabilidade, ética e disciplina. Ainda aos 16 anos, viu-se no dilema de suceder o pai, fundador da Escola de Idiomas Yázigi. Decidido a encarar a missão, foi estudar Administração Pública – sem jamais perder de vista a formação humanista e espiritual – e encantou-se pelos valores da empresa familiar que se propunha não apenas a Sob a batuta de Ricardo, o negócio tornou-se referência mundial no mercado de franquias. Conquistou sócios americanos – dando origem à Internexus. E solidificou-se como um laboratório de boas práticas empresariais. A bandeira da responsabilidade social corporativa foi fincada por Young em todas as entidades de classe que ajudou a fundar e projetar: a Associação Brasileira de Franchising e seu respectivo Instituto, o PNBE (Pensamento Nacional das Bases Empresariais) e o Instituto Ethos – do qual foi presidente entre 2003 e 2005. Durante esse período, Young colocou-se no centro do furacão de todas Corajosamente, em 2010, decidiu encarar a missão também no cenário político-eleitoral brasileiro, disputando uma vaga ao Senado Federal pelo Partido Verde (PV), na chapa de Marina Silva – candidata à presidência – e do também empresário Guilherme Leal – candidato a vice. “A gestão da sustentabilidade mostrou que as externalidades precisam ser tratadas. E, para tanto, elas impõem um padrão de gestão sistêmica – eficiente no sistema e não eficiente no resultado. Acho que essa é uma transferência de conceito muito importante. Numa gestão tradicional tudo estava subordinado ao resultado, porém não significava uma gestão eficiente”, “As empresas, portanto, passaram a sofrer uma pressão por gestão sistêmica, eficiência e tecnologia de ponta como nunca antes. Acho que, agora, entramos na segunda década dos anos 2000 com a mesma clareza que os capitalistas do início do século XX passaram a ter depois do fordismo. Quero dizer, o fordismo mostrou que, para se produzir em larga escala, era necessário organizar a produção para trás, a montante: os recursos, a logística, a cadeia toda. Agora, a década que se inicia, em 2011, traz uma visão de que, para ser empresa no mundo que busca a sustentabilidade, há que se ter critérios completamente novos de aferição, de gestão, de remuneração, de indicadores e assim por diante. Daqui a alguns anos, quando olharmos em perspectiva, Saiba mais sobre Ricardo Young É pós-graduado em Administração Geral pelo PDG/EXEC, atual INSPER (Instituto de Ensino e Pesquisas), e em Lideranças Sistêmica pelo MIT. Atua também como conselheiro de várias empresas, entre elas: Fibria, Amata, Kimberly-Clark, Planeta Sustentável da Editora Abril e Fundo Ethical do Grupo Santander.
Ainda foi conselheiro de organizações internacionais como GRI (Global Reporting Initiative) e Accountability. Articulista da Folha de São Paulo e Carta Capital. Por sua indiscutível experiência, é palestrante renomado e referência internacional nos temas de Responsabilidade Social, Gestão e Desenvolvimento Sustentável. |
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