Estudo NEXT – Saúde – Desafio 7: Novos produtos e serviços

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Desafio 7: Novos produtos e serviços

A crescente oferta de produtos e serviços voltados ao bem-estar e consciência social tem um impacto positivo na saúde e no meio ambiente. Já existe um segmento de mercado com foco em fitness, desenvolvimento pessoal, vida sustentável e justiça social chamado LOHAS, sigla para Lifestyles of Health and Sustainability, isto é, Estilo de Vida de Saúde e Sustentabilidade

Estilos de vida que combinam saúde com sustentabilidade


De acordo com uma pesquisa lançada em 2013 pelo Instituto Akatu, Rumo à Sociedade do Bem-estar, 66% dos brasileiros entrevistados associam a felicidade à saúde; 60%, ao convívio social; e 36%, à qualidade de vida. Isso deixa evidente o pool de oportunidades para inovações ligadas a fitness, alimentação saudável, inclusão social por meio de serviços e práticas que levam ao bem-estar físico, mental, emocional e espiritual. Com essa demanda sistêmica, a sustentabilidade ganha força no dia a dia das pessoas e na economia, como forma de garantir a qualidade de novos modelos de produção e o uso responsável de recursos naturais e financeiros.

Modernizar com base na mentalidade de criar negócios sustentáveis, vem se demonstrando uma opção lucrativa para as empresas e altamente positiva para as comunidades. Inovar na área da saúde e desenvolver produtos e serviços destinados ao atendimento de populações da base da pirâmide pode extrapolar os objetivos iniciais e resultar em vantagens de longo prazo para o meio ambiente.

O oposto também é válido, pois maus tratos ao meio ambiente geram retornos negativos à saúde humana. As consequências da mudança climática afetam aspectos sociais e ambientais da saúde, como ar limpo, água potável e segurança alimentar. Já os custos dos danos diretos à saúde – excluindo os de setores relacionados como agricultura, água e saneamento – estão estimados em torno de US$ 2 a US$ 4 bilhões/ano até 2030, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

De acordo com uma pesquisa sobre comportamento de compra, realizada pelo LOHAS Consumer Trends Database (LCTD), em 2010, os consumidores, em geral, estão fazendo escolhas cada vez mais ecológicas. Estima-se que esse segmento movimente US$ 290 bilhões no mercado americano para produtos e serviços voltados à saúde, meio ambiente, justiça social, desenvolvimento pessoal e vida sustentável. Só no Brasil, o setor de fitness e academias, por exemplo, movimenta mais de R$ 2 bilhões; o mercado de orgânicos, R$ 500 milhões; e o de bicicletas cresceu 300% em cinco anos (são mais 70 milhões de unidades, mais do que a soma da frota de veículos e motos).

Esses consumidores têm dado preferência para produtos verdes e incorporado atitudes mais ecológicas, mas não se limitam a adquiri-los: 45% deles acreditam que comprar menos já é uma forma de reduzir os impactos ambientais. Além disso, há diversas outras maneiras de abrandar a pegada ambiental, como utilizar o transporte público ou levar uma sacola retornável para o supermercado.

Nesse sentido, há uma crescente preocupação em adquirir produtos que possam reduzir os gastos de energia, água e até resíduos. Enquanto tais atitudes geram benefícios diretos para os administradores de hospitais, outros tipos de iniciativas trazem vantagens para os pacientes e para as equipes de trabalho, como a aquisição de produtos de limpeza não tóxicos, equipamentos e medicamentos com menores quantidades de componentes químicos pesados e até a escolha de alimentos mais saudáveis.

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